Dê Um Up Em Seu Corretor Ortográfico!

Corretores ortográficos têm sido muito úteis para nos salvar de situações embaraçosas com erros de gramática, de ortografia, ou meramente de digitação (chamados “typos”, em inglês), tanto em nossa língua nativa quanto em uma língua estrangeira que usamos para trabalhar, como o inglês.

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Todos nós sabemos que somos julgados pela forma que nos expressamos. Por isso, especialmente no campo profissional, evitar erros desta natureza é fundamental para construirmos uma imagem de credibilidade e competência.

Você não iria querer fazer negócios com alguém que diga “me manda o documento pra mim dar uma olhada e eu vou estar te retornando em breve”, né?

Atualmente, existem serviços que oferecem funcionalidades adicionais de revisão de textos, além do básico do corretor ortográfico do Word. Um deles é o Grammarly.com, que pode ser usado no navegador ou através de um plug-in do pacote Office e uma extensão do Chrome, te ajudando assim a estar sempre de olho na qualidade de sua escrita.

O Grammarly não só identifica erros gramaticais, como também dá sugestões sobre o vocabulário, organização e estrutura utilizados em suas composições, para que você melhore a clareza e eficiência em sua comunicação. Além disso, ele avisa sobre palavras que possam ter sido confundidas, como “manly” e “mainly“, que, ainda que ambas corretas, tenham sentidos bem diferentes (clique nelas para ver suas definições).

Você também recebe um relatório mensal por email sobre a qualidade de sua produção escrita, comparando a quantidade de erros cometidos com a dos outros usuários.

Eu tive a oportunidade de utilizar o serviço por um tempo e achei bem interessante. Realmente é uma boa ajuda extra para melhorar nossa redação e nos fazer atentar a pontos mais específicos da comunicação escrita em inglês.

Como o serviço não é especificamente voltado para aprendizes da língua inglesa, muito menos aprendizes brasileiros, há alguns padrões de erros ou estruturação da língua que nós geralmente cometemos e utilizamos que não são identificados. Este seria um ponto importante a aprimorar no sistema para que seja ainda mais útil como uma ferramenta auxiliar de aprendizado para os alunos.

Você pode usar o Grammarly gratuitamente com algumas limitações ou pagar $29.95 dólares (plano mensal) para ter acesso a todas funcionalidades.

É um valor meio salgado para um usuário individual, como um estudante, mas pode ser mais viável para um grupo em uma empresa ou universidade. Além disso, o plano anual sai por quase um terço do valor, $11.66 por mês.

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Vale a pena fazer um teste e conhecer o serviço. É uma boa ferramenta para ajudar na redação de um email na correria do dia-a-dia, quando não der pra esperar até a próxima aula de inglês para tirar uma dúvida com o professor! XD

Visite o site do Grammarly.com e compartilhe suas impressões sobre o serviço nos comentários!

Cheers!

Aprenda Inglês com a EuroNews (Youtube)

Agências de notícia podem ser ótimas ferramentas de auxílio aos seus estudos de língua inglesa. Além de aprender novas palavras e praticar seu listening, você ainda fica por dentro dos assuntos e notícias relevantes do momento. Aprender uma língua também é aprender sobre sua cultura, política e história. Quanto mais conexões você fizer, melhor!

Eu já havia recomendado aqui a BBC e a CNN, que são ótimas opções (veja aqui). A BBC continua expecional, com uma enorme variade de exercícios e de uma utilidade incrível. É, sem dúvida, minha fonte preferida para vídeos voltados a alunos de nível básico e pré-intermediário.

Mas às vezes é bom variar, né? Recentemente encontrei o canal da EuroNews no youtube, e foi uma descoberta bem feliz. Acho uma ótima opção para quem ir um passo além de dificuldade em relação a BBC, ainda que seja difícil comparar o modelo dos vídeos de ambos.

O canal da EuroNews tem versões em 14 línguas diferentes, incluindo português de Portugal. Os vídeos são bem curtos, em torno de 1 minuto no geral, e há novas notícias pelo menos umas 5 ou 6 vezes por dia. Dá pra ter uma overdose de informação!

Os vídeos vêm com o script na descrição, então você pode dar uma conferida caso esteja difícil demais de entender o inglês britânico puxado dos narradores.

Dê uma olhada aqui e aproveite! Espero que seja útil!

Cheers!

No, You Are Not Entitled to Your Opnion

One of the first things I learned when I started university was that our opinion, when based solely on our personal views, is worth nothing. It’s quite hard to accept that, but that’s nothing but true.

I was taught that all opinions must be backed with arguments, and that the latter must be factual, not only a personal belief. It’s definitively not easy to get rid of our egocentric reasoning, which we usually carry and develop ever since our childhood. However, we can’t reach maturity in argumentation unless we accept that, and start forming opinions through a comprehensive analysis that include not only our personal views, but also external facts and evidence that might be relevant.

The article No, you’re not entitled to your opinion brings what up the discussion on what an opinion is and to which extent it can be accepted as a unquestionable form of expression. Clarifying that can be extremely important to help people understand the difference between personal beliefs and personal opinions, and prompt a clearer path to constructive discussions e debates.

That’s no doubt a must-read! Enjoy it!

Cheers,

Teacher Fabio

Portuguese:

Uma das primeiras coisas que aprendi quando comecei na universidade foi que nossa opinião, quando somente baseadas em nossas visões pessoais, não vale nada. É bem difícil aceitar isso, mas é a mais pura verdade.

Ensinaram-me que todas as opiniões devem ser embasadas com argumentos, e que este último deve ser factual, não apenas uma crença pessoal. Definitivamente não é fácil livrarmo-nos de nosso raciocínio egocêntrico, que geralmente carregamos e desenvolvemos desde nossa infância. Porém, não conseguimos atingir a maturidade na argumentação a menos que aceitemos isto, e comecemos a formar opiniões através de uma análise compreensiva que inclua não somente nossas visões pessoais, mas também fatos e evidência externos que possam ser relevantes.

O artigo No, you’re not entitled to your opinion traz à tona a discussão sobre o que é a opinião e até que ponto ela pode ser aceita como uma forma de expressão inquestionável. Esclarecer isto pode ser extremamente importante para ajudar as pessoas a entenderem a diferença entre crenças pessoais e opiniões pessoais, e proporcionar um caminho mais claro para discussões e debates construtivos.

Sem dúvida este é indispensável! Aproveite!

Why Do People Complain So Much Online?

I hate this.
I hate that.
My life sucks.
Nobody loves me.
My cat died.
It’s never sunny.
I wish it rained.
I can’t stand this kind of music.
These people are a bunch of idiots.
And so on…
And on…
And on…
And on…

Seriously, why do people complain so much online?

Have you noticed that? That an impressive percentage of posts on social media websites consists of complaints, moans and whines?

Why is that? Are people complaining more in cyber times? Or is it just that we now have a common place to put all our dissatisfactions out, and, in fact, we have always been whiners by nature?

I really don’t know the answer for that, but if I had to choose something to complain about, that would be exactly the habit of people moaning about anything and everything on the web. You open your Facebook wall, for example, and it’s like opening hundreds of contact’s diaries. You know, there are certain things you simply don’t need to share with everyone (and sometimes with anyone, to be frank).

The article Mobile Phones and Social Networks Are Turning Us Into a Bunch of Whiners presents the results of a survey by Intel on online manners and shows how internet users feel about this characteristic of the cyber space. There is a lot of interesting data, including details about Brazil. You must read it, without complaining! XD

Enjoy it!

Cheers,

Teacher Fabio

Portuguese:

Eu odeio isto.
Eu odeio aquilo.
Minha vida é um saco.
Ninguém me ama.
Nunca faz sol.
Eu queria que chovesse.
Eu não suporto este estilo de música.
Estas pessoas são um bando de idiotas.
E mais…
Mais…
Mais…
Mais…

Sério, por que as pessoas reclamam tanto online?

Você já notou isto? Que uma porcentagem impressionante dos posts nos sites de redes sociais consistem em reclamações, lamentações e choradeira?

Por que é assim? As pessoas estão reclamando mais nos tempos cibernéticos? Ou é só que agora nós temos um lugar comum para colocar todas nossas insatisfações pra fora, and, na verdade, nós sempre fomos reclamões por natureza?

Eu não sei a resposta para isto, mas, se eu tivesse que escolher algo sobre o que reclamar, seria exatamente sobre o hábito das pessoas queixarem-se sobre tudo e qualquer coisa na internet. Você abre a mural do seu Facebook, por exemplo, e é como abrir centenas de diários dos seus contatos. Sabe, há certas coisas que você simplesmente não precisa compartilhar com todos (e às vezes com ninguém, para ser franco).

O artigo Mobile Phones and Social Networks Are Turning Us Into a Bunch of Whiners apresenta os resultados de uma pesquisa da Intel sobre o comportamento online e mostra como os usuários de internet sentem-se em relação a esta característica do cyber espaço. Há muitos dados interessantes, inclusive detalhes sobre o Brasil. Você tem que ler, sem reclamar! XD

How Do Hurricanes Get Their Names?

I have been watching many news reports on Hurricane Isaac in the past days and suddenly I was hit by a question: how do hurricanes get their names?

It’s also the eve of Hurricane Katrina’s seventh anniversary, and none of these names made much sense to me. Are they famous people? Is there a particular reason why they have been named after them? Are they simply random choices?

Well, I had too many doubts, so there was only one thing to do: google it! XD And it turns out that this is one of those cases when explanations seem to make less sense than any of the assumptions you had made before. You’ll see it for yourself!

Take a look at How Do Hurricanes Get Their Names?, from MentalFloss.com, and you will understand what I mean. Frankly, I believe this is the kind of information that will be used only at bar table talks, when there are no more topics left! But, you know, in the end, that’s the kind of issue that best fuels small talk, so let’s not underestimated its importance.

Enjoy it!

Cheers,

Teacher Fabio

Portuguese:

Eu tenho assistido diversas reportagens sobre o Furacão Isaac nos últimos dias e de repente me veio uma pergunta: como os furacões recebem seus nomes?

Também é véspera do sétimo aniversário do Furacão Katrina, e nenhum destes nomes fazia muito sentido pra mim. Eles são pessoas famosas? Existe uma razão especial para que os furacões sejam nomeados com referência a eles? São somente escolhas aleatórias?

Bem, eu tinha dúvidas de mais, então havia somente uma coisa a se fazer: procurar no Google! XD E acontece que este é um daqueles casos quando as explicações parecem fazer menos sentido que qualquer uma das suposições que você tinha feito antes. Você verá por si mesmo!

Dê uma olhada em How Do Hurricanes Get Their Names?, do MentalFloss.com, e você entenderá o que quero dizer. Francamente, eu acredito que este é o tipo de informação que será utilizada somente em conversas de mesa de bar, quando não houver mais nenhum tópico sobrando. Mas, você sabe, no final das contas, este é o tipo de assunto que melhor alimenta conversa fiada, então não vamos subestimar sua importância.

Aproveitem!

Words Redefined – When Irony Makes a Difference

Uma pitada de sarcasmo e ironia em nossas vidas às vezes cai bem, nem que seja só para dar um tempero e sabor às situações corriqueiras de nossa vida. O mesmo se aplica às palavras, ou, pelo menos, é o que o jornalista Ambrose Bierce propõe em seu The Devil’s Dicionary, dicionário no qual seleciona diversas palavras da língua inglesa e apresenta definições “alternativas” para seus significados.

No artigo Words Redefined: 37 Notable Entries in The Devil’s Dictionary há uma seleção de palavras tiradas deste dicionário, e as interpretações de Ambrose são definitivamente interessantes. Algumas fazem bastante sentido, outras são somente irônicas ou hilárias. Mas certamente é um prato cheio para uma boa leitura!

Enjoy it!

Cheers,

Teacher Fabio

What Do the Olympic Rings Mean?

Os Jogos Olímpicos já estão para começar, e para que gosta de esportes, além do evento ser um prato cheio de entretenimento, é também um boa oportunidade para acompanhar as transmissões ao vivo em inglês – nos canais da TV a cabo, principalmente – e aproveitar para praticar um pouco de listening e aprender algumas palavrinhas novas. (Pois é, professor vê aula em tudo mesmo! Rs)

Esta edição, que ocorrerá em Londres, contará com mais de 200 comitês olímpicos, disputando em 26 esportes diferentes. Tem até um chamado Pentatlo Moderno, que combina hipismo, esgrima, natação, tiro esportivo e corrida. Tudo a ver, né?! Deve ter sido inspirado em algum filme do James Bond! XD

E você já parou para pensar em qual seria o significado do logo deste evento – os cinco anéis coloridos? O artigo What Do The Olympic Rings Mean? traz a resposta em um artigo bem bacana com o retrato histórico da criação e primeiras edições desta importante iniciativa esportiva. Vale a pena ler para já começar a entrar no clima da competição. É um ótimo warm up!

Boa leitura! E dá-lhe Pentatlo! Rs

Cheers,

Teacher Fabio