Couchsurfing – Já Pensou em Surfar em Um Sofá?

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Não, este não é um novo esporte sustentável para dar utilidade a sofás velhos.

Apesar da tradução literal do termo “couchsurfing” ser exatamente “surfe em sofás”, seu significado real é um pouco diferente. E bem mais interessante!

Couchsurfing é uma rede social criada em 2002 com o propósito de conectar viajantes e proporcionar experiências excepcionais para visitantes em mais de 180 países, desde de encontros informais e grupos de conversação, passeios turísticos com locais, até a hospedagem de membros em sua própria casa, mesmo que você só tenha um sofá a oferecer.

É uma oportunidade incrível para se conhecer pessoas diferentes e compartilhar histórias e aprendizados sobre uma das atividades mais prazerosas e gratificantes da vida: viajar! Viajantes sempre têm ótimas histórias pra contar!

Além disso, é um prato cheio para quem está aprendendo ou quer praticar inglês. Poder ter contato com falantes nativos é um privilégio e tanto, que ajuda muito no processo de aprendizado.

Por exemplo, em São Paulo, toda quinta-feira há um grupo de conversação de inglês no Fran’s Café da Haddock Lobo, na Av. Paulista, das 19h às 21h30. Só paga mesmo o café que tomar; o evento é gratuito!

Na verdade, uma das coisas interessantes sobre o Couchsurfing é que todos os serviços são gratuitos, até mesmo a hospedagem na casa das pessoas. O espírito é desligar-se do dinheiro e aproveitar as experiências únicas proporcionadas pelo encontro com outras pessoas desse mundão!

Visite o site do Couchsurfing e aproveite!

Cheers!

Don’t think in Portuguese, por favor!

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“Don’t think in Portuguese!”

This is probably the same as telling someone not to think of a pink elephant, isn’t it? So why do we hear it so constantly from teachers?

What does that mean?

Don’t think like a man!
Don’t think like a teenager!
Don’t think like a Brazilian!

Is that even possible, in the first place?

It seems as if we had to leave something behind in order to master English. But isn’t learning always all about adding up new stuff to our knowledge background?

Well, let’s face it, you will always think differently from a native speaker. And that’s not a problem. Not at all.

We are not supposed to give up anything to learn English and speak it fluently. Both your Portuguese and English can live together happily ever after.

However, you will have to learn how to think in English as well. It’s a new mindset that you will have to embrace.

I know, it may sound pretty much the same thing, but it isn’t. As I said, learning consists of adding up new things to our current knowledge. And the good news is, we have endless room for learning in our mind. In fact, the more you learn, the more spacious it gets!

You don’t have to forget Portuguese when you speak English, the same way you don’t have to forget how to drive a car when you are riding a motorbike. The thing is, you can even benefit from having a distinct knowledge of these different things.

I think when teachers say “do not think in Portuguese”, they actually mean “do not use Portuguese as your reference point”, but I would add just a little thing to that, and would rather say “do not use ONLY Portuguese as your reference point”.

Portuguese will always be part of you and of your thinking, and you should benefit from that, not be ashamed. However, there is a whole new world waiting for you in English, in which mindsets and cultural backgrounds shape thinking in a different way, and you will have a great time learning it!

So, don’t be afraid. There is no need to eliminate anything to speak English fluently. Education always makes us bigger and broader. That’s the magic about it!

Are Some Languages Faster Than Others?

Well, that’s really a good question, which I’ve already heard many times. Students often say they find it hard to understand native English speakers because they speak way too fast. So, is English faster than Portuguese? Are some languages faster than others?

Not really. If you take, for example, Italian, Japanese, and even Spanish, I’m sure they all sound faster than Portuguese to you, right? (I mean, except if you are fluent in one of these languages). So should we conclude that Portuguese is kind of a lazy language that is slower than many others? Absolutely not!

Of course, there are variations in a group of people who speak the same language. Some will speak faster than others, but on average all languages have about the same speed.

What happens is that as you can’t fully understand all words, sounds, pauses, and nuances in a language that you have only little or no knowledge, your brain gets overloaded trying to decode that deluge of cluttered fragments that is coming at your ears, and it seems to you that the speech is flowing faster.

You can bet that native English speakers think we speak quite fast as well!

However, the podcast (with audio scripts) presented in the post Are Some Languages “Faster” Than Others?, from Lexicon Valley, brings up an interesting point of view. It not only discusses the speed of different languages, which has been proven not to vary significantly, but also focuses on the amount of information that is delivered in the same period of time in each language. Now, that’s definitively something that could account for the difficulty we have following some speakers.

So the new question is: do some languages, in the same amount of time, deliver more information than others?

Listen to the podcast and find out the answer!

Cheers,

Teacher Fabio

Portuguese:

Bem, esta é mesmo uma boa pergunta, que eu já ouvi diversas vezes. Os alunos geralmente dizem que eles acham difícil entender falantes nativos de inglês porque eles falam rápido demais. Então, o inglês é mais rápido do que português? Algumas línguas são mais rápidas do que outras?

Não exatamente. Se você pergar, por exemplo, o italiano, o japonês, e até mesmo o espanhol, eu tenho certeza você achará que eles soam mais rápido do que português para você, certo? (Quero dizer, exceto se você for fluente em alguma destas línguas). Então nós devemos concluir que o português é um tipo de língua preguiçosa que é mais lenta do que muitas outras? De forma alguma!

É claro, há variações em um grupo de pessoas que falam a mesma língua. Alguns falarão mais rápido do que outros, mas no geral todas as línguas tem mais ou menos a mesma velocidade.

O que acontece é que como você não consegue entender completamente todas as palavras, sons, pausas e nuances em uma língua que você tem apenas pouco ou nenhum conhecimento, seu cérebro fica sobrecarregado tentando decodificar aquela enxurrada de fragmentos aglomerados que está chegando aos seus ouvidos, e parece para você que a fala está fluindo mais rapidamente.

Você pode apostar que os falantes nativos de inglês acham que nós falamos bem rápido da mesma forma!

Apesar disto, o podcast (com áudio scripts) apresentado no post Are Some Languages “Faster” Than Others?, de Lexicon Valley, traz um interessante ponto de vista. Ele não somente discute a velocidade de línguas diferentes, que ficou provada não variar significantemente, mas também enfoca a quantidade de informação que é transmitida no mesmo período de tempo em cada língua. Agora, isto é definitivamente algo que possa ser responsável pela dificuldade que temos em acompanhar alguns falantes.

Então a nova pergunta é: algumas línguas, na mesma quantidade de tempo, transmitem mais informação do que outras?

Ouça o podcast and descubra a resposta!

California Legalizes Autonomous Cars

I remember when I first watched the film Minority Report, a production full of high-tech The-Jetsons-like devices and references of the future, that one of the things that made me think “wow, that’s certainly something I would like to see around” were the driverless cars.

Usually most of the things that appear in futuristic movies are quite far-fetched and never become part of real life, such as the neat wheelless skate in Back to the Future. However, to my surprise, autonomous cars are not only already real but about to hit the roads in California. So someday, who knows, they might get even to Brazil! (Ok, maybe not so soon. Rs).

The article California Legalises Autonomous Vehicles explains what is involved in the law that was passed to regulate the use of these cars and what changes in traffic regulations will be necessary to make their use possible and safe.

So far, Google, the technology company, is the one leading the production of cars which use such technology, but many others are certain to start popping up if the idea really sticks.

So, how about that? Would you trust a machine to get you around in your car?

Cheers,

Teacher Fabio

PS. If you are attentive, you might have noticed that there is a word in this post which is spelled differently each time it appears: legalizes and legalises. Why is that? Well, that is just a little different between Amarican and British English, respectively, and I took the opportunity to bring your attention to that!

Portuguese:

Eu me lembro quando assisti o filme Minorty Report pela primeira vez, uma produção cheia de aparelhos de alta tecnologia com cara de coisa dos Jetsons e referências do futuro, que uma das coisas que me fizeram pensar “uau, isto certamente é algo que eu gostaria de ver por aí” foram os carros que dispensavam motoristas.

Geralmente a maioria destas coisas que aparecem em filmes futurísticos são um tanto exagerados e nunca se tornam parte da vida real, como aquele skate sem rodas irado de De Volta Para o Futuro. Porém, para minha surpresa, carros autônomos não só já são realidade como estão prestes a cair nas estradas da Califórnia. Então um dia, quem sabe, eles possam até talvez vir para o Brasil! (Ok, talvez não tão cedo. Rs).

O artigo California Legaliza os Veículos Autônomos explica o que está envolvido na lei que foi aprovada para regular o uso destes carros e quais alterações nas leis de trânsito serão necessárias para fazer seu uso possível e seguro.

Até agora, some a Google, a empresa de tecnologia, está liderando a produção dos carros que usam tal tecnologia, mas outras certamente surgirão rapidamente se a ideia pegar.

Então, o que acha da ideia? Você confiaria em uma máquina para de levar de um lado para o outro no seu carro?

PS. Se você está atento, você deve ter notado que há uma palavra neste post que está escrita diferentemente cada vez que ela aparece: legalize e legalise. Por quê? Bem, está é só uma pequena diferença entre o inglês americano e o britânico, respectivamente, e eu aproveitei a oportunidade para trazer a atenção de vocês para isso!

Why Do People Complain So Much Online?

I hate this.
I hate that.
My life sucks.
Nobody loves me.
My cat died.
It’s never sunny.
I wish it rained.
I can’t stand this kind of music.
These people are a bunch of idiots.
And so on…
And on…
And on…
And on…

Seriously, why do people complain so much online?

Have you noticed that? That an impressive percentage of posts on social media websites consists of complaints, moans and whines?

Why is that? Are people complaining more in cyber times? Or is it just that we now have a common place to put all our dissatisfactions out, and, in fact, we have always been whiners by nature?

I really don’t know the answer for that, but if I had to choose something to complain about, that would be exactly the habit of people moaning about anything and everything on the web. You open your Facebook wall, for example, and it’s like opening hundreds of contact’s diaries. You know, there are certain things you simply don’t need to share with everyone (and sometimes with anyone, to be frank).

The article Mobile Phones and Social Networks Are Turning Us Into a Bunch of Whiners presents the results of a survey by Intel on online manners and shows how internet users feel about this characteristic of the cyber space. There is a lot of interesting data, including details about Brazil. You must read it, without complaining! XD

Enjoy it!

Cheers,

Teacher Fabio

Portuguese:

Eu odeio isto.
Eu odeio aquilo.
Minha vida é um saco.
Ninguém me ama.
Nunca faz sol.
Eu queria que chovesse.
Eu não suporto este estilo de música.
Estas pessoas são um bando de idiotas.
E mais…
Mais…
Mais…
Mais…

Sério, por que as pessoas reclamam tanto online?

Você já notou isto? Que uma porcentagem impressionante dos posts nos sites de redes sociais consistem em reclamações, lamentações e choradeira?

Por que é assim? As pessoas estão reclamando mais nos tempos cibernéticos? Ou é só que agora nós temos um lugar comum para colocar todas nossas insatisfações pra fora, and, na verdade, nós sempre fomos reclamões por natureza?

Eu não sei a resposta para isto, mas, se eu tivesse que escolher algo sobre o que reclamar, seria exatamente sobre o hábito das pessoas queixarem-se sobre tudo e qualquer coisa na internet. Você abre a mural do seu Facebook, por exemplo, e é como abrir centenas de diários dos seus contatos. Sabe, há certas coisas que você simplesmente não precisa compartilhar com todos (e às vezes com ninguém, para ser franco).

O artigo Mobile Phones and Social Networks Are Turning Us Into a Bunch of Whiners apresenta os resultados de uma pesquisa da Intel sobre o comportamento online e mostra como os usuários de internet sentem-se em relação a esta característica do cyber espaço. Há muitos dados interessantes, inclusive detalhes sobre o Brasil. Você tem que ler, sem reclamar! XD

Don’t Use Your iPhone As Your Only Camera

I myself am a big fan of the iPhone, and its camera is no doubt an extremely handy feature. In fact, I haven’t taken my point-and-shoot cyber-shot out of the drawer for ages because of it. The thing is, when you have such a convenient device with you all the time, you soon stop bothering to go and get that old-fashioned “thing” every time you want to take a picture. I mean, you can’t share your pictures on social media websites, or apply neat effects to them, or create glossy borders, or add funny elements, or… well, basically you can’t do anything in a traditional digital camera.

But some people might have gone way too far. Even though I agree on how great the iPhone camera is, I believe it can’t replace traditional photography in all situations. However, Kim A. Thomas’ blog reports A WEDDING that has been shot entirely – and exclusively – with iPhones. Surprisingly, the job was done by a professional photographer, who was asked by the couple to take the pictures that way. To make it even more unusual, they were later ALL processed in Instagram! How crazy – or awesome – is that, right?

So, getting back to the end of my first paragraph, I said “basically you can’t do anything in a traditional digital camera” – that is, anything in addition to taking high-resolution sharp-quality photographs with a wide range of colors, tones, shadows and lights, and using adjustments that only such cameras are able to offer (so far). Sometimes, that’s much worthier than cool effects. (Is it? XD)

Read the article Don’t Use Your iPhone As Your Only Camera to see some other reasons why we shouldn’t give in to convenience and simplicity at all times! Great stuff!

Cheers,

Teacher Fabio

Portuguese:

Eu particularmente sou um grande fã do iPhone, e sua câmera é sem dúvida uma ferramenta extremamente útil. Na verdade, eu não tiro minha cyber-shot automática da gaveta há tempos por causa dela. É que, quando você tem um aparelho tão conveniente assim com você o tempo todo, você logo para de se preocupar em ir e pegar aquela “coisa” antiquada toda ver que quer tirar uma foto. Quero dizer, você não pode compartilhar suas fotos nos sites de mídias sociais, ou aplicar efeitos bacanas a elas, ou criar bordas chamativas, ou adicionar elementos engraçados, ou… bem, basicamente você não pode fazer nada em uma câmera digital tradicional.

Mas algumas pessoas podem ter ido longe demais. Apesar de eu concordar qual ótima é a câmera do iPhone, eu acredito que ela não substitua a fotografia tradicional em todas as situações. Porém, o artigo Don’t Use Your iPhone As Your Only Camera reporta um casamento que foi fotografado inteiramente – e exclusivamente – com iPhones. Surpreendentemente, o trabalho foi feito por um fotógrafo profissional, que foi requisitado pelo casal para que tirasse as fotos desta forma. Para deixar tudo ainda mais incomum, depois elas foram TODAS processadas no Instagram. Que louco – ou incrível – isto, não?

Então, voltando ao final do meu primeiro parágrafo, eu disse “basicamente você não pode fazer nada em uma câmera digital tradicional” – isto é, nada além de tirar fotos em alta resolução e qualidade, com uma ampla gama de cores, tons, sombras e luzes, e usando ajustes que somente tais câmeras são capazes de oferecer (até agora). Às isto vale muito mais do que efeitos bacanas. (É mesmo? XD)

Leia o artigo para ver outras razões pelas quais nós não deveríamos ceder à conveniência e simplicidade em todos os momentos. Ótimo conteúdo!

How Do Hurricanes Get Their Names?

I have been watching many news reports on Hurricane Isaac in the past days and suddenly I was hit by a question: how do hurricanes get their names?

It’s also the eve of Hurricane Katrina’s seventh anniversary, and none of these names made much sense to me. Are they famous people? Is there a particular reason why they have been named after them? Are they simply random choices?

Well, I had too many doubts, so there was only one thing to do: google it! XD And it turns out that this is one of those cases when explanations seem to make less sense than any of the assumptions you had made before. You’ll see it for yourself!

Take a look at How Do Hurricanes Get Their Names?, from MentalFloss.com, and you will understand what I mean. Frankly, I believe this is the kind of information that will be used only at bar table talks, when there are no more topics left! But, you know, in the end, that’s the kind of issue that best fuels small talk, so let’s not underestimated its importance.

Enjoy it!

Cheers,

Teacher Fabio

Portuguese:

Eu tenho assistido diversas reportagens sobre o Furacão Isaac nos últimos dias e de repente me veio uma pergunta: como os furacões recebem seus nomes?

Também é véspera do sétimo aniversário do Furacão Katrina, e nenhum destes nomes fazia muito sentido pra mim. Eles são pessoas famosas? Existe uma razão especial para que os furacões sejam nomeados com referência a eles? São somente escolhas aleatórias?

Bem, eu tinha dúvidas de mais, então havia somente uma coisa a se fazer: procurar no Google! XD E acontece que este é um daqueles casos quando as explicações parecem fazer menos sentido que qualquer uma das suposições que você tinha feito antes. Você verá por si mesmo!

Dê uma olhada em How Do Hurricanes Get Their Names?, do MentalFloss.com, e você entenderá o que quero dizer. Francamente, eu acredito que este é o tipo de informação que será utilizada somente em conversas de mesa de bar, quando não houver mais nenhum tópico sobrando. Mas, você sabe, no final das contas, este é o tipo de assunto que melhor alimenta conversa fiada, então não vamos subestimar sua importância.

Aproveitem!