English at the Workplace. Are you ready?

Atualmente são poucas as empresas que não tenham contatos internacionais, e, assim, o inglês acaba tornando-se uma ferramenta de trabalho essencial para praticamente todos os funcionários, qualquer que seja sua posição na empresa. No geral, todo mundo tenta se defender e diz que “sabe um pouco de inglês”, mas, na prática, quando chega a prova de fogo – a hora de atender um telefonema do exterior, ou responder um e-mail para algum gringo – bate aquele nervosismo, misturado com insegurança, e até mesmo desespero. Por que somos tão inseguros quando o assunto é a língua inglesa?

Na verdade, geralmente somos inseguros em relação a tudo que não dominamos, não é mesmo? Porém, no caso da língua inglesa, parece existir uma certa pressão de uma entidade superior – também conhecida como sociedade – para que atinjamos a sua perfeição. Caso contrário, qualquer manifestação que não a seja deverá ser guardada sob o fardo da vergonha. Nesta neurose psicótica, acabamos por esquecer de algo essencial no processo de utilização de uma linguagem: a comunicação. Ficamos tão comprometidos com a forma, a precisão gramatical, a estrutura, que o preceito mais importante pode ser negligenciado. E a moral da história é: é possível comunicar-se efetivamente sem ser perfeito gramaticalmente ou estruturalmente.

Está certo, mas como, né? Bem, o primeiro passo é não deixando esta pressão toda dominar você sempre que o uso da língua inglesa se fizer necessário. Há pessoas com nível alto de inglês que ainda travam e entram em pânico sempre que têm que utilizá-la! Take it easy fellows!🙂 No artigo Corporate Lessons for Adopting English as a Common Language vocês poderão ver algumas situações reais nas quais a introdução do inglês no ambiente de trabalho causou certas turbulências e como foram contornadas. Ótimos insights!

Depois que tiver lidado com a pressão, basta lembrar que seu texto ou discurso não tem que ficar “bonitinho”, tem que ficar claro e capaz de passar a mensagem que você deseja. A pergunta que tem que se fazer é: “consegui me fazer entender?”, não “será que tem algum erro no que eu escrevi?”.

That’s all folks!

Cheers,

Teacher Fabio

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